Hipertensão e diabetes são os principais fatores de risco para a saúde no país

Juliana Temporal 3 minutos

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De acordo com o terceiro caderno da série do Vigitel Brasil 2006-2020, a hipertensão e o diabetes são os maiores fatores de risco à saúde no país. Diante desse cenário, manter uma vida ativa e hábitos saudáveis são fundamentais para controlar o risco das doenças. Comer diariamente verduras e legumes, reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras, parar de fumar, manter o peso controlado e praticar exercícios físicos regularmente são as formas mais eficazes de se combater as duas doenças.

Hipertensão

A hipertensão arterial sistêmica – ou simplesmente hipertensão – é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares. Quando não controlada, leva a complicações como insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidente vascular cerebral, contribuindo de forma expressiva para a perda de anos de vida saudáveis na população.

Os fatores de risco modificáveis, como a ingestão elevada de sal, o excesso de peso ou a obesidade, o consumo de álcool, o sedentarismo, o tabagismo, aumentam o risco de desenvolvimento da hipertensão arterial sistêmica. Em torno de um a cada quatro adultos no mundo (22,0%) apresentava diagnóstico médico de hipertensão arterial sistêmica em 2015.

Diabetes

O diabetes é causado por uma insuficiência na produção de insulina pelo pâncreas ou pela dificuldade de uso da insulina produzida pelo corpo. O aumento gerado por essa deficiência na insulina resulta no aumento da glicose no sangue e pode causar danos aos olhos, rins e nervos, além de também aumentar o risco de desenvolvimento das doenças cardiovasculares.

Assim como no caso da hipertensão, fatores comportamentais têm importante papel no surgimento da diabetes. Aproximadamente um a cada dez adultos (9%) no mundo possuía diagnóstico médico de diabetes em 2014. Por isso, é de fundamental importância que as pessoas busquem manter a prática de hábitos saudáveis.

Vigitel Brasil 2006-2020

Nesta edição, a publicação do Ministério da Saúde aborda as Estimativas sobre a Frequência e Distribuição Sociodemográfica de Morbidade Referida e Autoavaliação de Saúde nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal entre 2006 e 2020.

Além de apresentar indicadores relacionados às doenças e à autoavaliação de saúde, o levantamento é fundamental para a implementação e o acompanhamento de políticas públicas efetivas para a redução e o controle das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT).

O material faz parte dos cinco cadernos que serão publicados pela Secretaria de Vigilância em Saúde até o final de março.

Fonte: Portal do Ministério da Saúde

 

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