Planos de saúde totalizam 48,7 milhões de beneficiários, em novembro de 2021

Juliana Temporal 2 minutos

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou, em janeiro, os números de beneficiários de planos de saúde relativos a novembro de 2021. Nesse período, o setor seguiu em crescimento e totalizou 48.687.504 usuários em planos de assistência médica. O total de beneficiários é o maior número registrado desde março de 2016, quando o setor atingiu a marca de 48.614.271 usuários nessa segmentação.

De acordo com os dados da Agência, nos planos médico-hospitalares, em um ano houve crescimento de 1.310.157 beneficiários – o equivalente a 2,77% de aumento em relação a novembro de 2020. No comparativo de novembro com outubro de 2021, o crescimento foi de 104.076 usuários. Entre os estados, no comparativo com novembro de 2020, o setor registrou evolução de beneficiários em planos de assistência médica em 24 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Paraná os que tiveram o maior ganho de beneficiários em números absolutos.

Segundo a ANS, 727 operadoras estavam em atividade, com 18.987 planos ativos. As operadoras com planos ativos por tipo de contratação estavam divididas em coletivo empresarial (618), coletivo por adesão (546) e individual ou familiar (469). Em relação aos beneficiários por tipo de contratação, foram 39.729.776 de plano coletivo, 33.418.629 de coletivo empresarial, 8.901.182 de individual ou familiar, 6.310.732 de coletivo por adesão, 56.546 de não identificado e 415 de coletivo não identificado.

Os dados divulgados pela ANS mostraram, mais uma vez, que os planos coletivos representam a grande maioria do mercado de saúde suplementar brasileiro e não têm o reajuste regulado pela Agência, como os individuais. O aumento anual é estipulado por livre negociação, que geralmente fica bem acima do índice praticado pelo governo. Sem um controle ou fiscalização por parte da ANS, os aumentos dos planos de saúde coletivos tornam-se abusivos, restando ao beneficiário questionar o reajuste na justiça. Por outro lado, o reajuste regulado pela ANS atinge a minoria dos contratos e, cada vez mais, as operadoras retiram do mercado os planos individuais.

Fonte: Portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

 

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